Laura Pausini, ao lado de Robbie Williams e Nicole Scherzinger, cantou “Desire”, o hino oficial da FIFA, durante o espetáculo no gramado do Estádio MetLife, em Nova Jersey (EUA), antes da final da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Espanha.
O que foi a apresentação de Laura Pausini no MetLife
A cantora italiana, ícone da música pop no mundo, participou do momento musical que antecedeu a final no Estádio MetLife. Ela emprestou sua voz a “Desire”, uma composição apresentada como o hino oficial da FIFA para o torneio.
Além de Pausini, o número contou com Robbie Williams e Nicole Scherzinger. O trio apareceu vestido inteiramente de azul, reforçando o visual alinhado à identidade do evento.
“Desire” chama atenção por reunir duas das línguas mais faladas no mundo: inglês e espanhol. A ideia transmitida na música é clara: amor, união e fraternidade — temas que costumam ser centrais em cerimônias esportivas globais, porque aproximam públicos diferentes em um mesmo instante.
Por que esse tipo de hino importa além do entretenimento
Em um evento do porte de uma Copa do Mundo, o hino não é só “música de abertura”. Ele funciona como um elemento de conexão: cria um ponto comum para quem assiste ao vivo no estádio e para quem acompanha pela TV e redes sociais.
Ao integrar inglês e espanhol, “Desire” facilita que mais pessoas acompanhem a mensagem ao mesmo tempo. Isso ajuda a reduzir a distância cultural em um espetáculo que reúne países, torcidas e histórias diferentes em uma disputa única.
Outro ponto relevante: essa não foi uma estreia isolada. A mesma música já havia sido entoada por Pausini e Robbie Williams na final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, em 2025. Ou seja, o hino ganhou reapresentações em momentos-chave, o que tende a consolidar o reconhecimento do público.
O que aconteceu antes de a bola rolar
Antes das apresentações do trio, a cerimônia também teve destaque vocal com Jennifer Hudson. Ela cantou o hino dos Estados Unidos e emocionou o público, preparando o clima do evento para a sequência musical seguinte.
Depois disso, a taça da Copa foi levada ao gramado por campeões mundiais históricos: Andrés Iniesta (2010) e Mario Kempes (1978). Eles ergueram o troféu para a torcida, reforçando a ligação entre memória do futebol e a final do torneio.
Na entrada em campo, houve ainda a presença de figuras do esporte e do entretenimento, como o tenista espanhol Carlos Alcaraz — dono de sete títulos de Grand Slam — que ainda se recupera de uma grave lesão no pulso. Também participou a atriz e modelo sul-coreana Jung Ho-yeon.
Enquanto isso, a participação no canto dos hinos nacionais seguiu a lógica de cada país: o hino argentino foi cantado por María Becerra. Já o hino espanhol não possui letra, o que costuma transformar o momento em uma execução instrumental, sem palavras.
O que isso muda na prática?
Para quem acompanha futebol, a cerimônia e o hino viram parte do “ritual” do jogo. Ao se apresentar com “Desire”, Laura Pausini e o trio reforçam uma experiência mais ampla do evento — não apenas a partida, mas o que vem antes: união, identificação e um sentimento de espetáculo global.
Se você gosta de seguir cultura pop junto do esporte, esse tipo de escolha artística também ajuda a entender o evento por outro ângulo. Em vez de pensar só em escalação e tática, vale observar como a FIFA usa música e linguagem para traduzir a ideia do campeonato para diferentes públicos.
Além disso, a repetição do hino em finais anteriores (como a Copa do Mundo de Clubes de 2025) indica que a FIFA tende a manter continuidade na experiência. Com isso, o público pode criar familiaridade com a canção e reconhecer o momento mesmo em diferentes competições.
Em resumo: a participação de Laura Pausini com “Desire” coloca a música no centro do evento, ajudando o torcedor a viver a final com mais significado — tanto para quem entende a letra quanto para quem sente o impacto pelo ritmo, pelo contexto e pela mensagem.
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