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Argentina x Egito e Colômbia x Suíça definem últimos do Brasileirão na Copa

Argentina x Egito e Colômbia x Suíça definem últimos do Brasileirão na Copa

Duelo define as duas últimas vagas do Brasil no torneio e promete decidir o destino das seleções nas próximas rodadas.

O Brasileirão perdeu a maior parte de seus representantes na Copa, e a situação agora depende de apenas Argentina x Egito e Colômbia x Suíça. Até aqui, dos 32 jogadores de clubes brasileiros convocados para a Copa, 27 já foram eliminados. Ou seja: resta pouco espaço para “viradas” — e a presença de atletas que atuam no Brasil nas quartas de final está em jogo.

Quem ainda está na Copa — e quem já deu adeus

Com o avanço no mata-mata, a eliminação dos times foi reduzindo rapidamente o número de jogadores do futebol brasileiro na competição. No começo dessa fase, 25 atletas ainda seguiam vivos. Depois, as derrotas em sequência mudaram tudo.

O Brasil foi eliminado ao perder para a Noruega nas oitavas. Com isso, os sete jogadores da seleção brasileira que atuam no futebol nacional ficaram fora do Mundial. O Paraguai, que também tinha forte presença de atletas de clubes brasileiros, se despediu após perder para a França.

Além disso, a trajetória de Equador e Holanda também terminou nas fases seguintes: o Equador caiu para o México, enquanto a Holanda foi eliminada nos pênaltis contra Marrocos. E antes disso, o Uruguai já tinha sido eliminado ainda na fase de grupos.

No cenário atual, o grupo de representantes do Brasileirão foi reduzido para Argentina e Colômbia, que ainda seguem no torneio.

Os últimos nomes: onde eles jogam no Brasil

O que chama atenção agora é que a permanência na Copa se concentra em poucos clubes. Pela Argentina, o destaque é Flaco López, atacante do Palmeiras.

Já a Colômbia tem mais jogadores atuando no Brasil: Andrés Gómez (Vasco), Jhon Arias (Palmeiras), Jorge Carrascal (Flamengo) e Juan Camilo Portilla (Athletico-PR).

Em outras palavras: se você acompanha o futebol nacional, a Copa agora vira um “termômetro” desses poucos atletas e desses poucos clubes — porque eles são, neste momento, a ponte entre a competição mundial e o Brasileirão.

Esses dois grupos ainda podem mudar na rodada desta terça-feira (7), quando Argentina e Colômbia entram em campo pelas oitavas de final.

Detalhe da programação que importa: a Argentina enfrenta o Egito às 13h, em Atlanta (EUA). Logo depois, a Colômbia encara a Suíça às 17h, em Vancouver (Canadá).

Como só restam essas seleções com jogadores do futebol brasileiro, a classificação delas é o que define se o Brasileirão volta (ou não) a ter representação na próxima fase.

O que isso muda na prática?

Para quem torce e acompanha futebol, essa rodada é mais do que “mais um jogo”. Ela define se atletas que atuam no Brasil continuarão disputando o torneio e, por consequência, se haverá mais visibilidade internacional para jogadores e clubes daqui.

Além disso, o texto aponta um efeito direto no calendário da Copa: caso Argentina e/ou Colômbia avancem, o Brasileirão segue representado nas quartas de final. E o chaveamento ainda pode favorecer um cenário em que, ao menos uma dessas seleções, chegue com jogadores de clubes brasileiros até a semifinal.

Na prática, isso significa que a Copa pode virar um “palco” para manter o nome desses atletas em alta — especialmente os que estão em elencos do Palmeiras, Flamengo, Vasco e Athletico-PR.

Por que a eliminação em massa aconteceu — e por que não é só acaso

Ao observar o número de desclassificações, fica claro como o mata-mata acelera a queda no recorte local. O Brasileirão chegou com um histórico importante — sete seleções levaram jogadores que atuam no Brasil: Brasil, Paraguai, Uruguai, Equador, Holanda, Colômbia e Argentina.

Mas, com a sequência de quedas, o “contingente” diminuiu rapidamente: de 25 ainda na disputa no começo da fase eliminatória, para 5 sobreviventes agora. Esse contraste ajuda a entender por que, em torneios curtos, basta uma chave difícil para eliminar grande parte do que havia de jogadores locais.

Por outro lado, também mostra como cada jogo das seleções restantes pode mudar o tamanho da presença do futebol brasileiro no resto da competição.

Se você quer acompanhar o que realmente afeta o Brasileirão lá fora, vale focar nos dois confrontos de terça-feira (7): Egito x Argentina e Suíça x Colômbia. É aí que se define se esses últimos representantes continuam na Copa — e se o Brasil volta a ter força nas fases mais avançadas.

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Jornalista

Ana Martins

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